Viagem à mágica Rússia dos czares, das cidades imperiais e dos tempos modernos

•Janeiro 8, 2018 • Deixe um Comentário

Moscou - Wikimedia

Por Fabíola Musarra

Sede da Copa do Mundo de Futebol em 2018, a Rússia, mais do que esporte, é sinônimo de história, arte e cultura. Parte dos tesouros deste lindíssimo país que se tornou um Estado Socialista em 1917,  a partir da Revolução Russa, pode ser conhecida a bordo do cruzeiro River Victoria.  O Imperial Waterways of Russia, nome deste roteiro fluvial, percorre durante 13 dias e 12 noites emblemáticos símbolos da extinta União Soviética.

São monumentos, monastérios, catedrais e museus, além de cidades imperiais, incluindo alguns patrimônios da Unesco.  A viagem começa em Moscou no dia 11 maio e prossegue com destino a São Petersburgo. Moscou é a principal cidade do país. Foi fundada em 1156, quando era capital da nação medieval. Moscou perdeu seu status de capital para São Petersburgo, mas nunca deixou de ser importante para o país.

Moscou

No século passado, Moscou restabeleceu seu domínio sobre a cultura, a política e a economia do país. O River Victoria faz sua primeira parada na capital da Federação Russa, onde estão previstas visitas ao Kremlin, ao Teatro Bolshoi, à icônica Praça Vermelha, à Catedral de São Basílio e à pitoresca Rua Tverskaya, só para citar algumas atrações do centro histórico da cidade.

River Victoria

Depois, o navio segue pelo Rio Volga, por lagos e ilhas, visitando cidades como Yaroslavl, Patrimônio Mundial da Unesco. Com ruas largas, arborizadas e caprichados parques, o planejamento urbano dessa cidade medieval foi ordenado por Catarina, a Grande.

St Ppetersburgo

A viagem termina em São Petersburgo, onde tem stops para conhecer o Palácio de Catarina, o Museu Hermitage e o Parque Pushkin, além de uma noite dedicada a um imperdível espetáculo de balé no Teatro Alexandrinsky.

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Com capacidade para 202 passageiros, o navio de quatro andares disponibiliza 101 cabines (a maioria com varanda) e dez suítes, deck ao ar livre, fitnesss, SPA, butiques e bibliotecas, além de bares e restaurantes. Informações: uniword.com/br

Mapa do cruzeiroRota do River Victoria na Federação Russa

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8 motivos para conhecer Macaé

•Janeiro 4, 2018 • Deixe um Comentário

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Foto: Prefeitura Municipal de Macaé

Por Cláudio Lacerda Oliva

A surpreendente cidade de Macaé, localizada na região norte fluminense, tem turismo para todos os gostos e uma beleza sem igual. A antiga vila de pescadores, que está apenas a 180 km do Rio de Janeiro, é atraente não só por suas praias, mas também por ser considerada a Capital Nacional do Petróleo. A cidade tem grande importância e forte desenvolvimento na indústria de óleo e gás.

E, muito além disso, oferece aos turistas dezenas de opções de lazer e entretenimento. Com enormes áreas verdes, praias, lagoas, serra, cachoeiras e tranquilidade, Macaé é considerada uma das melhores cidades do Brasil. Confira abaixo oito motivos para explorar essa cidade e a região:

1 – Praias quase desertas

Macaé - Foto por Kaná Manhães via Prefeitura Municipal de Macaé

Foto: Kaná Manhães via Prefeitura Municipal de Macaé

O litoral macaense atrai quem curte banho de mar, caminhadas ou é adepto à prática de esportes. Entre as belíssimas praias, destaque para a Praia dos Cavaleiros, que reúne o melhor da gastronomia e é um dos lugares mais badalados, e para a Praia de Imbetiba, onde está situada a base do terminal da Petrobrás.

Esta última é frequentada pelos praticantes de caminhada e natação. Além delas, também merece a visita  a Praia do Pecado, a preferida dos praticantes de surfe e bodyboard.  Por último, surpreenda-se com as praias do Arquipélago de Sant’Anna.

2 – Lagoa de Imboassica

Macaé 1 - Foto por Kaná Manhães via Prefeitura Municipal de Macaé

Foto: Kaná Manhães via Prefeitura Municipal de Macaé

As lindas praias não são as únicas opções de atrações da cidade. A lagoa de Imboassica encanta com sua beleza e é um ótimo lugar para se admirar o pôr do sol.  No local é possível interagir diretamente com o meio ambiente e fazer caminhadas, passeios de bicicleta e de pedalinho. De  brinde, o deslumbrante pôr do sol.

3 – A refrescante serra

Macaé 3 - Foto via Prefeitura Municipal de Macaé

Foto: Prefeitura Municipal de Macaé

Formada pelos distritos de Cachoeiros de Macaé, Córrego do Ouro, Trapiche, Glicério, Frade e Sana, as serras macaenses oferecem opções para quem busca contato com a natureza, prática de ecoturismo e aventuras.

Rios, quedas d’água, cachoeiras, e mirantes de tirar o fôlego, além de clima ameno e vegetação exuberante no meio da Mata Atlântica preservada. A região também abriga hotéis e pousadas menores para quem desejar uma estadia mais intimista.

4 – Rica história e cultura

Macaé 4 - Solar dos Mellos. Foto por Rui Porto Filho via Prefeitura Municipal de Macaé.jpg

Solar dos Mellos. Foto: Rui Porto Filho via Prefeitura Municipal de Macaé

Conheça a história e a cultura da cidade por meio dos patrimônios históricos e museus. O Solar dos Mellos é um deles. Possui estilo arquitetônico eclético e desde 1911 tem intensa movimentação cultural. Já o Solar Monte Elísio, também conhecido como Instituto Nossa Senhora da Glória e chamado de Castelo por ter servido de hospedagem para Dom Pedro II, hoje abriga uma escola e faculdade.

Há também a Sociedade Musical Nova Aurora. Fundada em 1873, foi a responsável por estimular o renascer da cultura musical em Macaé. Por sua vez, a Sociedade Musical Beneficente Lyra dos Conspiradores participou do movimento abolicionista, enquanto o Antigo Prédio da Câmara Municipal de Macaé acolheu Dom Pedro II.

5 – Atrações turísticas para completar a sua estada

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Igreja de Santana. Foto: Moisés Bruno via Prefeitura Municipal de Macaé

Mirante, praças e igrejas completam o entretenimento e lazer em Macaé. O Forte Marechal Hermes, por exemplo, foi construído para impedir o contrabando de Pau-Brasil, e passou por reformas no início do séc. XX. A Praça Veríssimo de Melo tem sido o  point  da aristocracia local desde 1886.

Atualmente, a praça abriga a Feira de Economia Popular Solidária, que  acontece  todas as quintas-feiras. A Igreja Matriz de São João Batista leva o nome do padroeiro da cidade por escolha do príncipe regente, enquanto a Igreja de Sant’Anna oferece uma vista deslumbrante da área urbana da cidade.

6 – Gastronomia diversificada e internacional

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Foto:  Divulgação/Ramada Plaza Macaé

Da alta gastronomia à mais tradicional cozinha de botequim, Macaé proporciona suculentas e deliciosas refeições para  quem a visita, incluindo os pratos típicos. Seus restaurantes servem variados sabores que agradam a todos os paladares.

Visita obrigatória na cidade para quem gosta de saborear os sabores da terra é o Mercado de Peixes, onde é possível experimentar o melhor da culinária caiçara. Já o Steck House do Ramada Plaza Macaé  oferece cortes nobres das melhores carnes e um sistema de rodízio de acompanhamentos especiais.

7 – Petróleo e gás. Os destaques da economia

Macaé7 - Foto por Lívio Campos via Prefeitura Municipal de Macaé

Foto: Lívio Campos via Prefeitura Municipal de Macaé

A cidade de Macaé se tornou referência de petróleo e gás em função das atividades de exploração exercidas pela Petrobrás. Agora, depois de quase três anos de pouco investimento, o município vive uma mudança estratégica para retomar a liderança nesse importante segmento econômico do País.

Assim, as empresas de Off Shore estabeleceram novas diretrizes e estão criando novos negócios, com o objetivo de revitalizar esse importante segmento econômico. Vale ressaltar que os campos de petróleo são basicamente da atividade do pré-sal e ficam há muitos quilômetros da costa atlântica da cidade.

8 – Hospedagem. Conforto e sofisticação.

Foto por Divulgação - Ramada Plaza Macaé

Foto: Divulgação/Ramada Plaza Macaé

O Ramada Plaza Macaé é apenas mais um motivo para quem deseja desfrutar das belezas naturais da cidade. O empreendimento oferece hospedagem completa, ótima localização, conforto e excelente estrutura, além de lazer e gastronomia internacional. Para deixar as férias em família completa, o hotel ainda é pet friendly e garante o mesmo conforto para os hóspedes de quatro patas.

O Ramada Plaza Macaé dispõe de 80 quartos, área fitness, sauna, sala de descanso, piscina no andar superior, jacuzzi e vista panorâmica. Atualmente, é o hotel mais bem avaliado por executivos e famílias, conseguindo inclusive aprovação total dos consumidores. Para mais informações: http://www.verthoteis.com.br/hoteis

Bahia de todas as cores e sabores

•Janeiro 2, 2018 • Deixe um Comentário

Terra mágica onde o Brasil foi descoberto em 1500 e onde está latente a herança cultural dos índios, negros e portugueses que o colonizaram, este fascinante Estado do Nordeste tupiniquim reserva gratificantes surpresas para quem decide desvendá-lo.

Por Fabíola Musarra

Bahia - Costa dos Coqueiros

Foto: Pixabay

A Bahia é o endereço perfeito para o viajante que quer desfrutar de conforto e dos serviços disponíveis nas metrópoles, incluindo bares e restaurantes com pratos típicos e cardápios da gastronomia internacional. Terra mística onde a cultura afro-brasileira ecoa ainda mais alto, o trecho que segue a partir da capital de Salvador em direção Norte até Sergipe abriga hipnotizantes paisagens e incríveis resorts, pedacinhos de paraíso perfeitos para curtir um dolce far niente.

O Grand Palladium Imbassaí Resort & SPA é um deles. Distante menos de 70 km do aeroporto de Salvador, o empreendimento é uma verdadeira miniatura de cidade. Possui 11 vilas (entenda-se prédios de três andares) e 654 suítes com varanda. Posicionados ao redor da piscina principal, os blocos espalham-se em uma área de 57 mil m2, onde o sol quase sempre presente em solo baiano, os incontáveis tons de verde e o azul do céu e do Oceano Atlântico inexoravelmente ocupam um lugar de destaque.

Grand Palladium Imbassai Resort - Bahia - TripadvisorFoto: Tripadvisor

Não é por acaso. O resort com padrão de cinco estrelas está localizado na região conhecida como Costa dos Coqueiros, no Litoral Norte da Bahia, na pequenina cidade de Imbassaí e a aproximadamente 6 km de seu centro. Ocupa uma imensa área de preservação ambiental, por onde se revezam mar, praias virgens, dunas, mangues, rio e a exótica vegetação da Mata Atlântica.

Praia de Imbassai

Em suas imediações localizam-se cantinhos de puro sonho e poesia. Para os hóspedes que desejam conhecê-los, o Grand Palladium Imbassaí disponibiliza tours turísticos pela belíssima região e a locação de automóveis. No lobby do hotel, profissionais da CVC Viagens e Turismo, aqui conhecida como Grou Turismo, comercializam e agendam passeios opcionais, muitos deles com uma ou mais saídas diárias e duração variada. Não faltam, aliás, recantos cinematográficos no entorno do resort.

Imbassaí - Bahia - Foto - Panoramio.jpgFoto: Panoramio

A Praia do Forte, a 17 km de Imbassaí, é um deles. Situada no município de Mata de São João, o vilarejo é bem parecido com a badalada Búzios, no Rio de Janeiro. Com descolados barzinhos, restaurantes, cafés, lojas e pousadas, oferece passeios em divertidos “carrinhos” vermelhos – veículos não circulam ali. Conhecidos como bicitáxis ou tuk-tuks, são conduzidos por motoristas que pedalam uma bicicleta, levando os turistas pelas ruas limpinhas e permeadas por coloridos jardins.

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Praia do Forte1 - BA - Foto Eduardo MoodyPraia do Forte – Bahia – Esta foto e a acima: Eduardo Moody

Capelinha da Praia do Forte 2

Na praça em frente à Praia do Porto, a antiga Capela de São Francisco de Assis se exibe. Esguia, “observa” os coqueiros e a imensidão do mar, com suas piscinas naturais quentinhas e repletas de peixinhos multicoloridos e ouriços, também conhecidos como pinaúnas. Para mergulhar com snorkel em suas águas azul-esverdeadas, é recomendável contratar um guia local – também a CVC oferece essa fantástica aventura marinha.

Praia do Forte, Linha Verde (Costa dos Coqueiros), Bahia. Foto Eduardo Moody.jpg

Praia do Forte, Linha Verde (Costa dos Coqueiros), Bahia. Foto: Eduardo Moody

A poucos passos da igrejinha fica um dos mais legais e instrutivos atrativos da cidade: o Projeto Tamar. Em seu interior, é possível aprender bastante com as explicações dadas pelos biólogos e pelos monitores nas visitas guiadas. Impossível também é não se enternecer ao entrar com contato com os seus habitantes, desde os filhotinhos de tartarugas marinhas até o primeiro macho a viver na entidade.

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Extremamente machucado e sem a menor possibilidade de ser devolvido ao mar, o seu lar natural e um lugar onde jamais conseguiria resistir aos “perigos” e aos predadores humanos e os do mundo animal, o macho foi recolhido, tratado e “curado”. Hoje, passados 29 anos desde a sua chegada, continua recebendo da equipe do Tamar o carinho e todos os cuidados necessários à sua sobrevivência.

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No Tamar também pode-se conhecer um pouco mais sobre como vivem as sete espécies de tartarugas marinhas do planeta, aprendendo, por exemplo, como e onde elas nascem, como crescem e se reproduzem, quantos anos vivem e por onde trafegam e desovam – cinco dessas espécies frequentam o litoral brasileiro: a verde, a de pente, a oliva, a cabeçuda e a de couro (a de kemp e a marinha australiana não vêm para cá).

Todas as sete espécies existentes no mundo estão ameaçadas de extinção. Um dos motivos é que as tartarugas não sabem o que comer. Muito menos distinguir se o “alimento” que estão comendo é plástico, vidro e outros resíduos lançados no mar pelo ser humano. O resultado é que a maioria delas morre e em seu estômago é encontrado intacto o lixo jogado pelo homem nas águas dos oceanos.

Tarataruga marinha

O pessoal do Tamar, porém, faz de tudo e não mede esforços pela preservação das tartarugas que desovam e também pelas que apenas visitam no litoral baiano. Sobretudo, no período compreendido entre setembro a março. É quando as fêmeas chegam à Praia do Forte, deixando centenas de ovos nas areias.  Apesar de serem muitos, a maioria dos filhotes não sobrevive.

Tartaruga

Morrem atropelados por carros, devorados por predadores do reino animal e por outras intempéries. Para impedir que isso aconteça, é preciso redobrar o trabalho e supervisionar e proteger os ninhos, ajudando ainda os dóceis e frágeis filhotes a chegarem com segurança ao mar (em algumas praias, muitos deles seguem em direção à iluminação artificial das ruas, onde são atropelados ou pisoteados).

Projeto Tamar - Praia do Forte - - Foto Projeto Tamar

As tartarugas marinhas não são ingratas. Nem se esquecem do calor com que foram acolhidas em solo brasileiro. Anos mais tarde, quando chegam por volta dos 25 anos de idade, data aproximada em que começam a se acasalar, retornam à praia baiana para desovar seus ovos, num ritual mágico orquestrado com sabedoria pela mãe-natureza.

Praia do Forte 1

Nem só as tartarugas marinhas são protegidas pelo Tamar. A entidade abriga ainda um aquário com tubarões-lixa, outra espécie que circula em águas brasileiras e também está ameaçada de extinção. Inacreditáveis seres abissais, habitantes das profundezas escuras dos oceanos, também podem ser conhecidos nas visitas guiadas do projeto.

Com um visual diferente e nada parecido com os peixes que conhecemos, essas figuras encontram-se no Submarino, atração que é cobrada à parte e onde somente entram 12 pessoas de cada vez. “Para não expor esses animais ao barulho e à iluminação artificial, ainda que pouca, inexistente no habitat natural delas, procuramos restringir o número de visitantes e o de visitas diárias”, explica o biólogo do Tamar.

Praia do Forte - vila

 

Tesouro nacional – Ainda na Praia do Forte, em Mata de São João, ficam as ruínas da Casa da Torre de Garcia d’Ávila. Tombado pelo Iphan em 1937, o castelo, ou a Casa da Torre, é considerada como a primeira edificação portuguesa de arquitetura residencial militar no Brasil, constituindo-se em um dos principais monumentos do patrimônio histórico e cultural brasileiro.

O castelo em estilo medieval foi a sede de uma gigantesca sesmaria, possivelmente a maior do País. Estava instalada em terras que se estendiam do Estado da Bahia até o do Maranhão, uma superfície equivalente a 1/10 do território brasileiro e correspondente às áreas, somadas, de Portugal, Espanha, Holanda, Itália e Suíça.

Castelo Garcia d'Ávila

Começou a ser construído em 1551, sendo concluído quase um século depois, em 1624, quando a hoje chamada de Capela de Todos os Santos deu origem à sede. Foi erguido a mando de Garcia d´Ávila (1528/1609). Este português nascido em Rates chegou à Bahia em 1549, com o primeiro governador-geral, Thomé de Souza, ocupando os cargos feitor e almoxarife da Coroa Real de Salvador e da Alfândega.

Ruínas_da_Casa_da_Torre_de_Garcia_d'Ávila_sob_uma_perspectiva - Wikimedia

Posteriormente, d’Ávila recebeu as sesmarias em Itapagipe, Itapuã e Tatuapara, onde começou a erguer uma torre, em 1551. A Torre Singela de São Pedro de Rates, como foi batizada à época, foi um estratégico posto de observação, defesa e sinalização para os navegadores.  Era lá, no alto dela, que funcionava o primeiro sistema de comunicação à distância do Brasil.

Baseado na utilização e na sinalização de chamas (almenara), este eficiente sistema de comunicação era capaz de avisar, por exemplo, a aproximação de navios, invasores e piratas para a primeira capital do Brasil Colônia, a cidade de Salvador. Vale lembrar que a capital baiana está localizada a 80 km de distância do castelo.

Casa da Torre - Mata de São João - Bahia - Foto Arquivo Casa da Torre.jpg

Garcia d’Ávila não teve filhos com a esposa Mécia Rodrigues, mas sim com Francisca Rodrigues, uma índia tupinambá. Por sua vez, a filha do casal, Isabel d’Ávila, depois de ficar viúva, se casou com Diogo Dias, neto de Caramuru. Com essa e outras futuras uniões nasceram sucessivamente os herdeiros da Casa da Torre. Um deles, Francisco Dias d’Ávila, expandiu ainda mais os seus domínios. O castelo foi propriedade da família d’Ávila por dez gerações e quase três séculos.

Durante todo esse período, a Casa da Torre desempenhou importante papel na história da colonização e da defesa do Brasil. Em 1835, com a extinção do regime dos morgados (previa que os domínios senhoriais das famílias nobres eram inalienáveis e indivisíveis, sendo transferidos nas mesmas condições aos filhos primogênitos), o castelo foi abandonado e tornou-se uma grande ruína.

No agreste – Depois da aula de história, uma boa pedida é saborear uma gostosa refeição. Na Praia Porto de Guarajuba, um pouco mais ao sul da Praia do Forte, o Bar do Carlinhos tem irresistíveis pratos e petiscos, a maioria deles elaborados à base de peixe e de frutos do mar. Moqueca de badejo, lagosta, moqueca de camarão com polvo, caranguejo e casquinha de siri são alguns exemplos.

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Praia Porto de Guarajuba – Foto: Tripadvisor

É comandado por Carlos Canuto, um sorridente sergipano que há 55 anos adotou a Bahia como lar, e seu filho Tiago. Além tentações gastronômicas e da vista privilegiada da lindíssima praia baiana, o bar tem impecável e carinhoso atendimento. Está instalado em frente à praia, no distrito de Monte Gordo, que pertente ao polo industrial de Camaçari.

Mangue Seco - Rita Barreto - SETUR

Mangue Seco – Foto: Rita Barreto – Setur

Seguindo a Linha Verde, como chama a estrada que liga a Bahia a Sergipe e as cidades da Costa dos Coqueiros, outro imperdível passeio é Mangue Seco, a penúltima praia no extremo Norte do litoral baiano. Distante 115 km de Imbassaí e situada no município de Jandaíra, às margens do Rio Real, na divisa da Bahia com Sergipe, a cidadezinha ficou famosa por sediar as gravações de “Tieta”, novela global inspirada no romance “Tieta do Agreste”, de Jorge Amado.

Mangue Seco - Tatiana Azeviche

Mangue Seco – Foto: Tatiana Azeviche

O pequeno povoado, acessível por um barco que atravessa o sergipano Rio Real até encontrar-se com o baiano Rio Piauí, preserva o modo de vida simples de seus moradores. Com a maioria das ruas de areia e pouquíssimas asfaltadas por pedras, abriga coloridas casinhas, jardins caprichados e praias de beleza agreste, repletas de coqueiros e dunas branquinhas.

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Mangue Seco – Foto: Tatiana Azevich

Pode-se deslizar sobre esses bancos de areias e conhecer as atrações das praias do lugar em um bugue. O passeio pode ser contratado na cooperativa de bugueiros da vila e também está incluso no opcional oferecido pela CVC. Na cooperativa são oferecidas três opções: o tour de 15 minutos e duas paradas, uma na praia onde foi gravada a novela da Rede Globo.

Mangue Seco - RK Barreto - SETUR

Mangue Seco – Rita Barreto – Setur

O outro passeio segue até os coqueiros Romeu e Julieta. Há ainda o trajeto médio, com duração de 40/45 minutos, além do tour completo. Este último percorre 6 km de praias selvagens, tem cinco paradas e dura 1h/1h30.

mangue seco 2

O resort – Com cenários desenhados com esmero pela natureza, o Grand Palladium Imbassaí Resort & SPA  é ainda sinônimo de conforto e comodidade. Possui cinco piscinas, sendo que uma delas tem cinco hidromassagens, além de quadras de vôlei de praia, de basquete, de tênis e de pádel. Abriga ainda campos de futebol society e de golfe, salão de jogos e clubes direcionados especificamente para o atendimento de bebês, crianças e adolescentes, só para citar algumas mordomias.

lazer

Diversificada programação diária de atividades de recreação acompanha o menu de serviços do complexo, desde as feitas por monitores com garotada, passando pela adrenalina proporcionada pelo caiaque e stand up padle no Rio Imbassaí, bodyboard, surfe, windsurfe e kitesurfe, até cursos de mergulho e para aprender estes três últimos esportes. Para os menos radicais existem opções, como a pesca, o arborismo, as cavalgadas e os passeios de jipe.

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Todas as noites são realizados espetáculos teatrais e shows de música ao vivo para todas as idades. As apresentações acontecem em diferentes espaços do lobby do hotel. É ainda nessa área que ficam a recepção 24 horas, as lojas, a farmácia, a discoteca e alguns dos bares do complexo. Ao todo, possui 13, incluídos os de piscinas e o da praia.

Imbassai

Em qualquer um deles, o hóspede pode saborear petiscos, comer e beber à vontade, já que o resort trabalha com sistema all-inclusive – também as bebidas dos frigobares das suítes são diariamente repostas sem qualquer custo adicional. Quem sente fome à noite pode saciar o apetite em alguns dos bares que ficam abertos 24 horas. No almoço, três restaurantes (um fica na praia) oferecem fartos e variadíssimos bufês.

Já a noite é difícil decidir onde jantar. São seis restaurantes, entre os que trabalham com os bufês e os especializados em pratos da culinária mediterrânea, japonesa, italiana, hindu, baiana e gaúcha. Dietas especiais também são preparadas para aqueles que têm restrições alimentares, para os vegetarianos, diabéticos… Para isso, basta comunicar o fato na hora de fazer o check-in.

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Para quem está de olho no vaivém dos ponteiros da balança e também para quem apenas quer relaxar ou simplesmente cuidar do visual, o empreendimento disponibiliza fitness e um SPA infantil e para adultos, com duchas de imersão, banhos terapêuticos e tratamentos faciais e corporais. Entre eles, a cromoterapia, a hidroterapia, o Pilates e as saunas quente e úmida.

 

Com 16 salas, o Zentropia, como é o nome do SPA, conta ainda com salão de beleza, com manicures, pedicuros, maquiadores e cabeleireiros, além de piscina com hidromassagem e academia com personal training. Para a meninada de quatro a 14 anos, oferece hidratação de pele e de cabelo, penteados e tatuagens com henna. Para usufruir dos serviços do SPA, é preciso agendar com antecedência. Todos são cobrados à parte.

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Como atração a mais, o complexo oferece um transporte gratuito que remete qualquer passageiro à infância. São simpáticos carrinhos que conduzem o hóspede pelo seu interior e até à praia. Também é possível chegar até ela, observando o encontro do Rio Imbassaí com o mar, em uma caminhada de dez minutos sob uma ponte de madeira, que na realidade é um passaporte que dá direito a ver deslumbrantes paisagens e a ouvir incríveis sons da fauna nativa.

 

Mordomias à parte, o certo é que Mangue Seco, Praia do Forte, Praia do Porto de Guarajuba são apenas algumas das estrelas brilham nas imediações e no interior do Grand Palladium Imbassaí. Vale muito a pena conhecê-las. O resort e a CVC oferecem pacotes que podem ser parcelados em até 12 vezes sem juros. Planeje a sua viagem, arrume a malas e desfrute das cores e dos sabores da Bahia. Bom deleite!

SERVIÇO

Grand Palladium Imbassaí Resort & SPA – Primeiro empreendimento all-inclusive de luxo do Palladium Hotel Group no Brasil. Suas 654 acomodações possuem sofá-cama, uma cama king size ou duas camas queen size, banheiros com ducha, banheira de hidromassagem, secador e espelho de aumento.

Estão equipadas ainda com ar-condicionado, ventilador de teto, frigobar, balde para gelo, cafeteira, balança, cofre digital, telefone, televisão a cabo, wi-fi, MP3 player com despertador e ferro e tábua de passar roupa.

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O complexo, em parceria com a CVC Viagens e Turismo, está oferecendo pacotes com sete noites de duração para as férias de janeiro, com passagens aéreas e traslado aeroporto/resort/aeroporto inclusos.  Fica na Rodovia BA 099, km 65, s/nº, Imbassaí, tel. (71) 3642-7272, www.palladiumhotelgroup.com/pt/bahia/grand-palladium-imbassai-resort-spa.

CVC Viagens e Turismo – Sites www.cvc.com.br e http://www.grou.com.br.

Projeto Tamar – Av. Farol Garcia D’Ávila, s/nº, tels. (71) 3676-0321 e (71) 98127-2010. Aberto diariamente, das 8h30 às 17h30.

Barcos na Praia dao Forte

Castelo Garcia D’Ávila – É administrado pela Fundação Garcia d’Ávila. Av. do Farol, 1.540, Praia do Forte, Mata de São João, tel. (71) 3676-1133, site www.fgd.org.br. Informações também podem ser obtidas em http://www.casadatorre.org.br/historia.htm.

Castelo Garcia D'Ávila - Praia do Forte - Bahia - Brasil - Foto Portomar Passeios Turísticos

Castelo Garcia D’Ávila – Praia do Forte – Bahia – Brasil – Foto: Portomar Passeios Turísticos

Bar do Carlinhos – Especializado em peixes e frutos do mar. Possui uma estrutura de 350 m2 de área coberta e acesso e atendimento na areia da praia, oferecendo ainda fraldário, sanitário para portadores de necessidades especiais, parque infantil e estacionamento. Rua da Peixaria, Praia do Porto de Guarajuba, distrito de Monte Gordo, Camaçari, tels. (71) 3674-0965, (71) e 9919-9606.

Mapa Costa dos Coqueiros

 

Para comemorar o Réveillon

•Dezembro 31, 2017 • Deixe um Comentário

Dar uma volta no quarteirão, pular sete ondas, fazer panelaço… Essas são algumas simpatias e tradições que se repetem todos os anos no último dia de dezembro. Confira como o Brasil e alguns alguns países celebram a chegada do Ano Novo:

ano novo pé direito

 

Por Fabíola Musarra

Dia 31 de dezembro. O calendário marca o último dia do ano. Em todo o Brasil, o clima de festa leva multidões para as ruas. Com o coração repleto de esperança, elas aguardam o nascer do novo ano. As comemorações acontecem em todas as regiões do País, mas cada uma delas tem seu estilo próprio de festejar a data. Enquanto no Nordeste as festas são embaladas pelo axé, forró, maracatu, frevo, samba e pagode; no Sul, elas se destacam pela caprichada decoração e iluminação de Natal que enfeitam as cidades até o Dia dos Reis Magos, em 6 de janeiro.

Mas tanto no Norte ou no Sul quanto no Leste ou no Oeste, o Ano Novo é sinônimo de renovação. É hora de fazer planos e se cercar de simpatias para garantir que os próximos 12 meses tragam paz, saúde, prosperidade e amor. Alguns comem lentilhas, uvas e romãs. Outros se vestem de branco, sobem em banquinhos e se apoiam no pé direito à meia-noite. Afinal, vale tudo para assegurar um ano melhor. Toda vez que chega o dia 31 de dezembro, esses rituais se repetem, mas a maioria das pessoas desconhece a sua origem.

Ritos e superstições

 

 

 

 

Antigas civilizações já acreditavam em várias dessas superstições e expressavam o seu desejo de renovação por meio de ritos. No último dia do ano, jogavam fora roupas e objetos crendo que com isso estavam eliminando tudo que era velho de suas vidas. Ainda no primeiro dia do ano, escalavam uma montanha alta para ver uma paisagem diferente ou banhavam-se, em um rio ou no mar, para acolher o novo tempo que havia chegado.

Dos primórdios da humanidade aos dias atuais, esses e outros rituais foram sendo adotados pelos povos. Com as imigrações para outros países, essas tradições seguiram junto com eles, desembarcando na nova terra, onde num processo de aculturação, ganharam vida própria e características peculiares em cada um dos cantos do mundo. O Brasil não foi uma exceção: ao longo de toda a sua história, incorporou muitos desses ritos à sua cultura.

A roupa branca do Réveillon, por exemplo, é uma influência das tribos africanas. Para os negros que vieram ser escravos no Brasil durante o período da Colônia e do Império, a cor branca tem o significado de paz e purificação. Também pular as sete ondas do mar é uma tradição africana ligada à umbanda e ao candomblé. O sete é um número considerado sagrado por essas religiões. Assim, pular sete ondas é invocar os poderes de Iemanjá. Com o ritual, a rainha do mar estaria limpando a aura e o corpo de seus filhos, além de renovar as suas energias, dando-lhes força para vencer os obstáculos do ano vindouro.

Do traje branco a outros curiosos rituais, como comer determinadas alimentos, evitar outros por acreditar que eles fazem a vida andar para trás (por crer nisso, muita gente não come nada que cisque no dia 31), os ritos e superstições já fazem parte da passagem de ano dos brasileiros. Quem nunca comeu lentilha nessa data? Pois, uma colher de sopa é o suficiente para assegurar um ano inteiro de muita fartura na mesa. A origem desta superstição é italiana e foi trazida para o Brasil pelos imigrantes.

 

Comer romãs e uvas também é outra das tradições que nasceram na Europa. Os portugueses, por exemplo, comem bagos de uva na quantidade equivalente ao seu número de sorte, tudo para garantir a prosperidade e a fartura. Já as nozes, a avelã, a castanha e a tâmara embarcaram em terras tupiniquins pelas mãos dos imigrantes de origem árabe e são recomendadas para assegurar a fartura.

Entrar o Ano Novo com o pé direito tem sua origem na época do Império Romano. A expressão surgiu como consequência de uma instrução dos sacerdotes para os convidados que fossem entrar em um salão, a fim de evitar má sorte. Antes dos romanos, outros povos, como os egípcios, os celtas e os gregos, já viam o lado direito do corpo humano como positivo e associado a bons augúrios, em oposição ao esquerdo (já no Extremo Oriente, o lado esquerdo é o considerado favorável).

Origens à parte, o fato é que o Brasil, que foi colonizado por tantos povos de religiões, costumes e culturas diferentes, jamais deixaria de incorporar esses rituais e superstições ao seu calendário. E, na virada do ano, eles pipocam em todas as casas, praias, metrópoles e vilarejos rurais, ganhando características bem verde-amarelas em todo esse imenso território tupiniquim.

 

Nova York (EUA) – Todo fim de ano, turistas e nova iorquinos saem às ruas e seguem até à Times Square, onde testemunham a tradicional queda da bola de cristal que marca a virada de ano, seguida à queima de fogos no Central Park.

No Equador – No dia 31 de dezembro, os equatorianos cumprem a tradição de andar em um quarteirão com uma mala vazia, para garantir  que o próximo ano seja repleto de viagens. Outro costume típico do país é celebrar a festa de “Año Viejo” com grandes bonecos de papel machê. Eles são queimados no primeiro minuto do Ano Novo como forma de apagar os fracassos do ano que se passou.

No Chile – Neste país da América do Sul, as comemorações de fim de ano são realizadas não só com os vivos, mas também com os entes mortos: os cemitérios permanecem de portas abertas para que os familiares se reúnam durante a virada de ano, onde centenas de pessoas se aproximam de seus parentes com velas e flores.

Em Portugal – No país lusitano, bater panelas e atirar louças pelas janelas das casas é um costume típico durante a virada do ano. Outra tradição do país é o ritual de comer 12 uvas – cada uma representando um mês do novo ano, para purificar e começar o ano bem.

Na Inglaterra
Na Inglaterra, onde o Ano Novo coincide com o período mais frio do ano, a tradição é dar o chamado “mergulho do urso polar” em águas congelantes para angariar fundos para instituições.

Em Istambul – Na Turquia, as comemorações de Natal não são muito comuns, já que o país possui forte presença mulçumana. Entretanto, famílias e amigos trocam presentes justamente durante a virada do ano. Para celebrar a data, os turcos costumam assistir à queima de fogos de artifício na Praça Taskim, em Istambul.

 

 

Resort em Orlando combina o conforto de uma casa com serviços completos

•Dezembro 28, 2017 • Deixe um Comentário

Por Patrícia Chemin

Resort

Ao programar uma viagem para Orlando, um dos destinos mais populares da Flórida, nos Estados Unidos, muitas famílias se deparam com uma dúvida: se o melhor é ficar em um hotel ou alugar uma casa. O Wyndham Bonnet Creek Resort aparece como uma boa solução para esse questionamento, já que consegue combinar o melhor de dois mundos – o conforto e o espaço de uma casa com todos os serviços e facilidades de um hotel completo.

Outro ponto de destaque do resort é sua localização, já que ele fica dentro da área do Walt Disney World Resort de Orlando, a poucos minutos dos parques temáticos do complexo. É o único resort da área que oferece apartamentos com até quatro quartos e cozinha completa. A estrutura é perfeita para abrigar famílias inteiras.

Cercado por uma rica vegetação e em torno de um lindo lago, o Wyndham Bonnet Creek Resort possui mais de mil suítes decoradas em estilo mediterrâneo. Entre as configurações, estão apartamentos de um a quatro quartos, todos com sala, cozinha equipada, espaço para refeições, banheira de hidromassagem, lavanderia e varanda. A maior das acomodações tem um total de 185 m² e abriga até 14 pessoas.

Na área de lazer, os hóspedes têm acesso a cinco piscinas, lazy rivers, tobogãs, jacuzzis, espaço aquático para crianças, churrasqueiras, bangalôs privativos, salas de jogos, mini golfe, atividades diárias, quatro restaurantes e bares, cafeteria, cinema ao ar livre, loja de conveniência, playground, academia e muito mais. Além disso, há wi-fi gratuito, concierge 24h, limpeza sem custos a cada sete dias, estacionamento gratuito e transfer para os parques da Disney (taxa extra).

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Para reservar a estadia, a empresa norte-americana Resorts For All oferece as melhores tarifas do mercado para os turistas brasileiros, chegando a ter valores até 60% mais baratos que os seus concorrentes. Além disso, a empresa facilita o pagamento das reservas parcelando em quantas vezes o cliente desejar no cartão de crédito e também devolvendo 100% do valor em caso de cancelamento, com a segurança da PayPal.

Informações em: www.resortemorlando.com

Flyworld já tem pacotes especiais para as férias de janeiro

•Dezembro 26, 2017 • Deixe um Comentário

Roteiros incluem aéreo, carro e hospedagem para curtir o melhor do verão em Pernambuco ou na mais badalada praia uruguaia.

Por Cláudio Lacerda Oliva

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A Flyworld São Bernardo do Campo está oferecendo dois pacotes exclusivos para as férias de janeiro. Um deles é para o Litoral do Estado de Pernambuco, mais precisamente para a Praia dos Carneiros, no Nordeste brasileiro. O outro é um pacote para a badalada Punta del Este, no Litoral do Uruguai.

O pacote para a Praia dos Carneiros tem saída confirmada de 22 a 26 de janeiro de 2018 e dá direito à passagem aérea ida e volta, com voos diretos saindo de Guarulhos, voando GOL (com bagagens inclusas). Inclui ainda hospedagem no Ancoradouro Hotel Pousada com café da manhã em apartamento duplo deluxe e aluguel de carro na categoria econômico, com seguros e taxas inclusos (Nissan March ou similar).

Custa a partir de R$ 2.573 por pessoa. Forma de pagamento: entrada no boleto de R$ 593,58 + 6 parcelas (1 de R$ 461,25 + 5 de R$ 303,64).

Foto: Reprodução via tamandare.pe.gov.br

Outro destaque é o pacote para o requintado balneário de Punta del Este no Litoral do Uruguai. Essa viagem também está marcada para o período de 22 a 26 de janeiro e inclui passagem aérea ida e volta por Guarulhos, voando Aerolineas Argentinas. Também estão inclusos a hospedagem em quarto casal standard com café da manhã no Hotel Playa Brava e o city tour por Punta del Este.

Total por pessoa em apto duplo a partir de R$ 3.793. Forma de pagamento: entrada de R$ 569,36 e o restante parcelado no catão de crédito (1 x R$ 517,15 + 5 x R$ 300,70).

Foto: Reprodução via welcomeuruguay.com

“Os hotéis escolhidos, as datas e o fato de o pacote já incluir a locação do veículo, facilita em muito a vida do turista, que pode comprar os roteiros parcelados e se preocupar apenas com as refeições e com os passeios”, explica Paula Guedes, proprietária da franquia Flyworld São Bernardo do Campo.

Informações e reservas: (11) 2669-8251, (11) 994788188 ou vendas.sbc@flyworld.com.br.

SERVIÇO

Flyworld Viagens – É uma rede de franquias de agências de viagens que tem como objetivo oferecer aos franqueados condições especiais e serviços especializados na área de turismo. Com mais de 45 unidades espalhadas por todo Brasil, a Flyworld é fruto de mais de 30 anos de expertise em turismo, na comercialização de viagens nacionais e internacionais, passagens aéreas, cruzeiros marítimos, intercâmbio, hotéis e locações. É também especialista em assessoria para vistos consulares, assessoria para passaportes e vendas pacotes de viagens nacionais e internacionais de forma personalizada, além de compra de moedas estrangeiras.

Parma, a terra do italianíssimo parmesão

•Dezembro 23, 2017 • Deixe um Comentário

Catedral de Parma e Batistério - Foto Pinterest.gif

Como em toda a Itália, Parma é uma cidade da Emília Romanha que não abre mão dos seus costumes culinários e que se orgulha pela qualidade de alimentos que produz artesanalmente – os italianos fazem questão de saber a origem do que consomem. Se forem comer carne, querem saber como o animal (gado, frango ou peixe) nasceu, cresceu e com o que foi alimentado antes de chegar à mesa.

Presunto de Parma

Parma não foge à regra. Repleta de tradições gastronômicas, é a casa onde nasceram e vivem os autênticos parmesão (Parmigiano-Reggiano, na Itália) e presunto (prosciutto) de Parma, cuja produção é submetida a um controle de qualidade extremamente criterioso. Para começar, esses alimentos recebem o selo Indicação Geográfica Protegida (IGP) ou o de Denominação de Origem Protegida (DOP).

Fábrica do parmesão

Esses selos são uma forma de proteger e de garantir aos consumidores a autenticidade do queijo e do presunto produzidos na cidade e região, assegurando-lhes que foram produzidos sem o gado ter absorvido uma gota sequer de agrotóxico e que esses produtos não contêm conservantes. Em outras palavras, os selos são como uma espécie de carteira de identidade, um certificado do padrão de qualidade que com que foram produzidos.

Visita ao Caseificio Il Trionfo - Site amicidelvino.ch

É possível conhecer as produtoras de parmesão da região – são 40 mil fazendas de leite envolvidas com a fabricação do queijo e associadas ao Consorzio del Formaggio Parmigiano-Reggiano. Criado em 1834, o consórcio mantém vivas as tradições (entenda-se os ensinamentos seculares, transmitidos de pai para filho, de chefe para chefe) empregadas na produção do parmesão, acompanhando todas as etapas, da origem e qualidade do leite ao produto final.

Produção de parmesão

Da cooperativa também fazem parte fabricantes das cidades de Bolonha, Reggio Emilia, Modena e Mantova. Geralmente, seus laticínios e fazendas são abertas à visitação. No caso do tour a uma das fábricas de parmesão, é preciso agendar com antecedência. A visita é realizada logo cedo, no máximo até às 9 horas, quando os queijos começam a ser feitos artesanalmente. A poucos quilômetros de Parma, o Caseificio Il Trionfo é um desses endereços.

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Nele, pode-se acompanhar de perto o processo de fabricação do Parmigiano-Reggiano, desde o leite sendo despejado nos tachos até os pesados queijos de 40 quilos serem acondicionados em prateiras, onde permanecem por 12, 24 e 36 meses. Todos os detalhes das etapas da produção são registrados, o que permite identificar em qual delas pode ter ocorrido um eventual problema durante a produção.

Perfeição na fabricação - Facebook do Laticínio

Ao término do processo, se o queijo apresentar imperfeições, como bolhas, não poderá ser comercializado como um Parmigiano-Reggiano, podendo apenas ser vendido como um queijo de mesa. E acreditem o controle é rigoroso. A degustação é feita na lojinha que funciona ao lado do laticínio. Além do parmesão, o estabelecimento comercializa diferentes tipos manteiga, geleias, vinhos e vinagre balsâmico, preciosidades produzidas pela Emília Romanha. Boa degustação!

Produtos da loja do laticínio - Facebook

SERVIÇO

Caseificio Il Trionfo – Strada Provinciale per Parma, 3, www.iltrionfo.it e www.parmigianoreggiano.it/caseifici/trionfo-sociale-cooperativa.aspx