Portugal – Uma pitada de gastronomia

Cozinha feita de cabelos e papo de anjo

Por Fabíola Musarra

Portugal oferece um variado roteiro cultural aos turistas, desde os palácios medievais às casas de fado, bastante populares no país. Como a Espanha, o país também cultua as touradas, mas, ao contrário dos espanhóis, os toureiros portugueses não matam o animal. Na arena duelam o touro e o cavalo. Tanto quanto o toureiro e o touro, este último tem papel de destaque nas touradas lusas. Mas esses são assuntos para outro momento. Agora, o assunto é a gastronomia. Falar do país sem mencionar seus pratos típicos é impossível.

Em qualquer cidade lusa, come-se muito bem e bebe-se ainda melhor. Entre os diversificados (e ricos) pratos da tradicional cozinha do país encontram-se as famosas sardinhas assadas na brasa e o mais famoso ainda bacalhau – à Brás, à Gomes de Sá e o Dourado (desfiado em tiras e cuja receita inclui gemas batidas, o que lhe confere a cor amarela e justifica o seu nome). Quanto às carnes, há o Choco Frito (uma carne que é assada em uma panela de pedra e servida com batatas e cebolas), a perna de cordeiro com hortelã, o cabrito assado e cozido à portuguesa (feito com carne de porco e de boi). Há, ainda, o caldo verde e a sopa de pedra, produzida com feijão, batatas, orelha de porco, chouriço negro (de sangue da região), chouriço de carne e toucinho, entre outros ingredientes.

Nada como um doce português para encerrar a refeição em grande estilo. Os mais tradicionais seguem à risca as antigas receitas preparadas nos conventos portugueses. Normalmente, são à base de ovos e açúcar, como o Cabelo de Anjo (fios de ovos) e o Papo de Anjo (feito com claras), e de mel, como o típico Pastel de Belém.

Para acompanhar essas delícias, há vinhos divinos. De excelente qualidade, eles são fartamente produzidos em terras lusas, constituindo-se, inclusive em um roteiro turístico: muitas agências oferecem pacotes que dão o direito de turista acompanhar em uma vinha ou em alguns castelos do país todo o preparo da bebida, desde a colheita da uva até a sua produção final.

~ por Fabíola Musarra em Março 17, 2010.

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